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Reunião avalia a Câmara Temática de Povos e Comunidades Tradicionais

Encontro em Peruíbe reuniu lideranças locais e Fundação Florestal para expor impressões sobre trabalho do Observatório na região

O Observatório Litoral Sustentável promoveu, no dia 10 de agosto, uma reunião da Câmara Temática de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais, em Peruíbe, para que o atores avaliassem o último Encontro Regional sobre Direitos de Povos e Comunidades Tradicionais em Espaços Territoriais Especialmente Protegidos, ocorrido em 7 de julho, e também o desempenho da Câmara Temática ao longo do tempo. Estiveram presentes representantes da União dos Moradores da Jureia, da Colônia de Pescadores Z-5 de Peruíbe, da Fundação Florestal e da Petrobras.

Para a presidente da União dos Moradores da Jureia, Adriana de Souza de Lima o encontro serviu como um local para formação das comunidades. “Muita gente que estava presente não conhecia os assuntos que foram discutidos, principalmente aqueles trazidos pelo Ministério Público Federal e pela Defensoria Pública do Estado. A nossa associação já buscava esse diálogo, mas acho que o Observatório abriu espaço para que outros grupos façam o mesmo caminho e não fiquem apenas esperando alguma coisa acontecer”, disse.

Donizetti Borges Barbosa, gerente da Fundação Florestal no Litoral Sul, afirmou que os encontros promovidos pelo Observatório com diversos atores ajudam a diminuir desencontros de informações. “A gente trabalha bastante para manter os canais de diálogo abertos e o evento deu a oportunidade de tirar dúvidas e esclarecer muitas coisas de todos os lados”, disse.

CT de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais
À frente da colônia de pescadores Z-5, em Peruíbe, Eliana Gomes Diniz vem participando do trabalho do Observatório desde a época do diagnóstico. “Eles vieram apresentar o que a gente já vivencia e sabe, mas ao colocarem no papel e comprovar as dificuldades do nosso litoral fica mais fácil para as comunidades decidirem o que fazer”, analisou.

Para Eliana, trabalhos como o da câmara temática empodera a população: “A melhor coisa do Observatório é que ele coloca frente a frente o poder público e a comunidade, mostrando os dois lados. Com as reuniões, a gente aprende a alcançar os poderes, multiplicar informações, liderar melhor a comunidade e requerer o que a gente realmente necessita”.

A coordenadora da equipe de comunicação e participação do Observatório, Maju Gomes, comentou que o encontro feito em julho foi muito positivo, pois retomou o contato com atores importantes. “O evento atraiu quase 100 pessoas, com a presença do Ministério Público Federal e da Defensoria Pública do Estado, e abriu novamente a discussão sobre o direito das comunidades em áreas protegidas, que possuem muitas restrições”.

Durante um ano e meio, a CT abordou três temas fundamentais para a região: segurança alimentar, turismo de base comunitária e povos tradicionais em Unidades de Conservação. “Temos a preocupação em continuar esse trabalho de alguma forma, mas é difícil mobilizar pessoas de vários municípios porque o litoral é muito grande”, finalizou Maju.
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