Relatoria Oficina Regional de Monitoramento do Litoral Norte 11.06.2015

Relatoria Oficina Monitoramento do Litoral Norte 11/ 06/ 2015
Carlos Nunes (Ilhabela Sustentável – Ilhabela)
Sobre os indicadores: eles precisam já ter dados construídos como indicadores secundários. A experiência do Ilhabela sustentável mostra a impossibilidade da produção de dados. Melhor utilizar dados já existentes.

Denise Formaggia (Comitê de Bacias do Litoral Norte)
Indicadores ponderados podem ser necessários. Divisões por número per capta, por exemplo. Necessidade de indicadores territoriais somados a indicadores numéricos.

Tina (Moradora – Caraguatatuba)
Uma ação não pode ter apenas um indicador.

Denise Formaggia (Comitê de Bacias do Litoral Norte)
Existem mais de 40 empresas particulares que coleta recicláveis, mas por isso, não conseguem dados objetivos sobre resíduos secos coletados.

Carlos Nunes (Ilhabela Sustentável – Ilhabela)
Há bastante informação centralizada no SNIS, que poderiam ajudar na construção de indicadores de RSU por exemplo.

É importante fazer uma articulação com a Mesa de Diálogo. A questão do Plano de Metas é muito importante. Em Ilhabela, se fez uma mobilização da promover PEC do Plano de Metas e garantir que os prefeitos o façam logo no seu primeiro ano de mandato, para que a população possa sobrar. Os indicadores precisam vincular e gerar políticas públicas.

Lucila (APA Marinha)
Uma sugestão para evitar distorções: ao invés de número de UCs, pensar em territórios de UCs (área). Não se pode esquecer também dos trritórios marinhos.

Denise Formaggia (Comitê de Bacias do Litoral Norte)
A metodologia padrão que está sendo construída será a mesma entre a BS e LN?
O CBH tem um relatório de situação e desenvolveu cerca de 10 indicadores (que antes eram 60) para avaliar a questão hídrica. É importante que haja uma convergência. A avaliação que temos hoje é de que muitos indicadores têm um tempo que coincide com o de projetos ou políticas públicas. alguns não têm periodicidade grande suficiente para apontar medições em tempo e outros demoram para indicar resultados e impactos
Tem coisas que o município que tem a informação.

Uma sugestão: a instância que poderia receber a iniciativa do Observatório e do seu monitoramento para dar continuidade ao trabalho, independentemente do Instituto Pólis, poderia ser o próprio conselho da RMVPLN.

Lucila (APA Marinha)
No caso dos indicadores de saneamento que foram discutidos no CBH, esses vão ser rediscutidos?

Sidnei (Morador – Caraguatatuba)
Sente falta do tema mercado imobiliário na apresentação.

Priscila (Gestora do Parque Estadual José de Anchieta)
Qual o tempo para discutir essas 30 ações e quantos encontros vão ocorrer?
Como vamos garantir a participação qualificada? As ações já estão consolidadas? No eixo das UCs [eixo 2], sente que não tinham pessoas relacionadas à gestão das Unidades durante a discussão. Houve muitas pessoas que usam as UCs e sentem o conflito. No entanto é preciso tomar cuidado, para que as UCs não sejam vistas como um problema ou um obstáculo. Uma sugestão: fazer uma linha do tempo para contar o processo participativo de desenvolvimento da agenda até agora, para quem chegar nestes novos eventos pela primeira vez não ficar desavisado do que já ocorreu e do processo.

Danielle Klintowitz (Instituto Pólis)
É possível que não conseguiremos chegar ao mesmo foco para as ações, uma vez que as características das macrorregiões são diferentes, e essas diferenças serão relevantes. A ideia é fazer os indicadores de forma comparativa para o Litoral todo. O ideal é que no futuro exista o sistema de monitoramento para todas as ações das agendas municipais. Os indicadores que estamos trabalhando são de longo prazo, e a ideia é que o Observatório seja perene no Litoral. A ideia é que no fim de 2016 tenhamos o tempo zero para começar a monitorar. O processo de monitoramento vai, na verdade, nos ajudar a revisar as ações. Sobre a RMVPLN: achamos mesmo que o grande agente é a região metropolitana.

Jorge Kayano (Instituto Pólis)
Uma das nossas intenções é que tenhamos vários mecanismos de participação como a página no site, o e-mail, a plataforma, etc…

Sidnei (Morador – Caraguatatuba)
Divagação em relação à greve dos professores: não falamos da educação! Como fica nosso posicionamento em relação à falta de recursos públicos para educação? É um tema palatável.

Denise Formaggia (Comitê de Bacias do Litoral Norte)
Um dos maiores desafios que a gente tem é estabelecer uma base temporal. Tem que se tomar cuidado com os dados de datas diferentes.

Carlos Nunes (Ilhabela Sustentável – Ilhabela)
Se comprometeu em enviar um link para compartilharmos – a rede Cidade Sustentáveis desenvolveu uma plataforma, com kit de indicadores básicos, PCS para que a prefeitura alimente. Acha um bom exemplo, para utilizarmos. Ver site Minha Cidade – analisa indicadores sobre orçamento de cada cidade.

Tina (Moradora – Caraguatatuba)
Reparo do ponto de vista de visualização gráfica: os mapas são maravilhosos mas não transmitem nenhuma informação. Acha que a resolução está tão ruim. A equipe informou da sessão de mapas interativos com possibilidade de navegação além.

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